sexta-feira, 5 de março de 2010

Story

El contacto inesperado del vello de un turgente brazo masculino acreditó la presencia física, hasta entonces sólo olida, de alguien e intensificó su deseo enormemente. Otra mano, suave, deliciosa, ajena a ese brazo, surgiendo de la nada, palpó entre sus piernas mientras el aliento intenso de una boca carnosa se aproximaba de inmediato a la suya, trasmitiéndole la súbita necesidad de un beso…

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Existem três tipos de felicidade: a negativa, a aristocrática e a democrática.

A negativa é a que surge somente quando passamos de uma situação “-1″ para “0″. Por exemplo, quando nos curamos de alguma doença (“-1″). Não somos normalmente felizes e gratos pela nossa saúde (“0″) de cada dia. Apenas nos lembramos dela quando a perdemos (e, portanto, ficamos felizes quando a recuperamos). Neste tipo de felicidade está a maioria das coisas que o dinheiro pode comprar ou pelo menos facilitar.

A aristocrática tem a ver com nossa sociedade de consumo e com nosso desejo de excluir e humilhar. Você pode ter ganho na megasena hoje, mas se for morar no condomínio do Bill Gates, cheio de milionários muito mais milionários que você, a comparação te fará se sentir miserável. Seria muito mais feliz sendo pobre e vivendo entre os de mesma condição. E imensamente mais feliz sendo classe-média-baixa e vivendo entre mais pobres. É o retrato não apenas da nossa “zelite” como da cultura ocidental em geral. Alguém já dizia que ricos são pessoas que possuem mais das mesmas coisas. Um relógio é um relógio, seja um Technos paraguaio, um Rolex ou 50 deles. Um Fiat 147 é tão “carro” quanto três Ferrari e dois Lamborghini. Não invalido, com isto, as benesses de ter algo mais bem acabado. Discuto apenas o tipo de felicidade que advém disto.

Finalmente a felicidade democrática é aquela que aparece como resultado de coisas que realmente valem a pena! Um bom relacionamento (amoroso ou fraterno). Um caráter íntegro. A honestidade. São todos acontecimentos que você pode ter sem excluir a possibilidade de seu vizinho ter também. São todos acontecimentos que dependem mais de você consigo mesmo que de fatores externos (inclusive o amor!).

Nossa Cultura é opressiva. Dependemos do Social, do que pensam da gente, dos valores que nos forçam goela abaixo, dos bens que possuimos. Para ser feliz espelhe-se no passado não muito longínquo: veja menos tv, leia menos jornais, informe-se menos. Por “menos” entenda “com maior qualidade”. Fortaleça sua hombridade, reconheça os interesses do grupo como superiores aos seus, reavalie sua Moral (e não a que te impõem).

10 comentários:

AD disse...

Adorei o texto. ÀS vezes o problema é perceber a moral imposta. De tão ínsita, parece que faz parte de nós. Alto trabalho de análise para poder quebrar isso.

Lobo disse...

Gente, que coisa!

Minha felicidade inteira é negativa! Vivo ficando doente e me machucando. Cada vez que me recupero (o que acontece com uma frequência bem grande), me sinto a melhor pessoa do mundo. É tudo uma farsa?! Não sou realmente feliz! Alguém me dá um tiro! XD

É necessário um trabalho enorme para se desfazer dessa ideia da felicidade aristocrática. Muitas pessoas a realizam sequer tendo noção de quão hediondo é ser feliz as custas de se mostrar mais que o alheio. Não os culpo. Passa um bem estar danado. Vai ver é por isso que é tão dificil se desvincular...

Paulo disse...

Estou felicíssimo por que hoje é sexta-feira, hehe! Quer motivo melhor?? :D

Diego Rebouças disse...

Pensei, pensei, e não tenho um comentário que preste.

Volto mais tarde.

O+* disse...

Eu tenho um amigo tem como princípio de vida uma forma de pensar assim: toda vez que me sinto infeliz com meu sapato, eu olho para aqueles que nem pés tem...
É uma forma de passar a vida quase sendo feliz.

Serginho Tavares disse...

a felicidade é um aprendizado constante!

Paulo Roberto Figueiredo Braccini - Bratz disse...

Dizem que a felicidade são apenas momentos ... eu já vejo diferente ... para mim a infelicidade é que são momentâneas ... acho que se mudarmos o olhar a vida será melhor ...

bjux

;-)

Latinha disse...

Super Master...

A grande verdade é que precisamos de muito pouco para ser felizes, aliás, talvez o mais correto seja dizer que podemos encontrar a felicidade em coisas simples.

Um abraço, um encontro, um café... o estar ao lado da pessoa amanda são coisas que podem nos levar a um estado de felicidade muito bom!

O Rolex, a ferrari, a roupa de marca, são ótimos... mas só servem para "fantasiar" quem sempre fomos e nunca deixaremos de ser. ;-)

Abração e vamos que vamos!

Wans disse...

Eu não acho que felicidade exista. Acho que conquistamos momentos felizes. São poucos, mas compensadores. A vida na verdade, é uma tremenda merda! Nossa, que negativismo, né? Mas é a vida.

Luma Rosa disse...

Perfeito!!

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