segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Enquanto isso, na Sala de Justiça...

Escolhendo as contas que não poderei pagar.
Alterando as senhas que não consigo lembrar.
Colando os solados pra não ter que comprar.
Sonhando acordado não preciso acordar.

Passas ao rum, beijo na boca, leite de homem, pêlos, suor. Calor nessa laje atrapalha meu sono. Sonho com um dia melhor.

Goggles, latitude e solos de violão.
Não tenho fetiches mas adoro suas mãos.
Pra continuar a rima declaro amor ao seu feijão
Porque o meio é impróprio pra eu falar do seu
Nariz

11 comentários:

Fred disse...

Poesia MODE ON!!!!!
E sobre os "ursos" no banner do TPM... quem sabe o senhor envia uma sugestão, hein????
Hugzão!

Rafa disse...

Adorei! E que nariz é esse hein..rs

Bj

Dan disse...

aahuahua
ótimo!

DO disse...

kkkkkkkkkkkkk,só vc mesmo

Osofranco disse...

Parabéns Poeta!
Gostei,

abraços e beijos,
Franco

Antonio de Castro disse...

ele tb é poeta, olha!

Unknown disse...

adorei edoo.

Rafael disse...

Hahahahaha. Adorei (como todo mundo que comentou aqui).

Abraço

David Ramos disse...

Adoro esses poetas Egipcios Portugueses!!
As rimas tão ricas!!

Beijos

Respondendo sua dúvida do meu blog!

Vc já é da familia!

Dêco disse...

Ah, Edu, foi tão poético. Tão lindo.
Seu lindo.
Beijos

[ joe ] disse...

hehehehehehe

sempre talentoso com as palavras. digo e repito, morro de rir nesse Pampublikong.
bjo

[j]

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