segunda-feira, 5 de abril de 2010

Night and day

Até que se enobreçam as memórias
E que se ratifiquem as dores
Até que se vitrifiquem as canções
E que se escureçam os açoietes
Que a estradeira seja nossa
Que a carne seja doce
E que o servo encontre a morte
Até o dia em que me beijes
Logo após enriquecermos
Quando então seremos mais
E as sandálias criem asas
Borboletas já não venham
No inverno que hora é brando
Mas que acolhe
E abraça
E aconchega
Tu e eu
Tudo em nós.
Até o dia.

11 comentários:

Robson Schneider disse...

O tom de "presente continuo" é proposital?

Lobo disse...

O coitado do servo tinha mesmo que morrer, coitado?

Paulo Roberto Figueiredo Braccini - Bratz disse...

Gente ele tb é poeta ... adorável seu escrito ...

bjux

;-)

Wans disse...

Eu não conhecia esse seu lado. Gostei!

O+* disse...

tb gostei e nem gosto de poesia ...

Anônimo disse...

Nossaaaaaaaa.... o excesso de chocolate te fez bem, hein? Hehehe!!! Hugz, babe!

DO disse...

Começou a semana muito inspirado,hem EDU,rsss

abração!

Cris disse...

Xonei-me. Quero ser o outro, digo a tua "a outra"...

Bj

AD disse...

Edu poeta. Ainda não conhecia esse lado. E não é que gostei! :D

Luiz Afonso Alencastre Escosteguy disse...

Pô, finalmente fui selecionado, hehehe Vai preparando a tua receita, já saiu o regulamento. Pelo que entendi, não é para divulgar o blog, é isso? bjs

Caju disse...

Atóron seu periagon.

ótimo o poema.

boa semana!

Xero.

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